Metodologia editorial
Cada ficha da Bestiarypedia nasce de um processo de quatro passos. Tornamo-lo público porque acreditamos que a confiança se ganha mostrando como se trabalha, não afirmando-o.
1. Investigação
Partimos de fontes primárias e secundárias: textos mitológicos, estudos de folclore comparado, enciclopédias de religião e registos etnográficos. Identificamos o que dizem as diferentes tradições sobre cada ser e onde divergem.
2. Redação assistida por IA
Usamos um modelo de linguagem (Grok) para redigir o rascunho inicial, sempre sob prompts dirigidos por um editor humano que define o enfoque, o alcance e o tom. A IA acelera a redação; não decide o conteúdo.
3. Revisão e curadoria humanas
Um editor humano revê cada rascunho antes de o publicar: verifica a exatidão face às fontes, a coerência com o resto do catálogo, o tom e a atribuição. O que não passa nessa revisão não é publicado.
4. Versionamento e correções
As fichas são documentos vivos. Cada uma mostra a sua data de última atualização, e corrigimo-la ou ampliamo-la quando surgem novos dados ou quando um leitor nos avisa de um erro.
Fontes
Quando uma ficha se apoia em fontes concretas, mostramo-las de forma visível sob o próprio ser —não escondidas— para que possas verificar e aprofundar. Citar de onde vem cada afirmação faz parte de trabalhar com rigor.
Política de correções
Se detetares um erro factual, uma imprecisão ou uma fonte melhor, queremos saber. Reporta-o através da página de contacto.
Para o detalhe legal completo sobre o nosso uso de IA, consulta a divulgação de conteúdo gerado com IA.